Quadro Grafismo Parakanã

Tamanho altura x largura: 31cm x 35 cm

Quem são os Parakanã?

Os Parakanã são indígenas falantes de língua tupi-guarani e desde uma cisão interna ocorrida no final do século XIX, dividem-se entre Orientais, habitantes da T.I. Parakanã, na bacia do rio Tocantins e Ocidentais, que vivem na T.I. Apyterewa, na bacia do rio Xingu. Autodenominados Awaeté, que quer dizer em tupi “gente verdadeira”, os Parakanã que habitam o rio Xingu trazem muitos aspectos de uma história de contato relativamente recente com os Toria (não-indígenas ou “brancos”), realizado em meados dos anos 70, em sua organização social.
Cinco aldeias fazem parte da T.I. Apyterewa: Apyterewa, Xingu, Paranopiona, Xahy-Tata e Kwarahya Pya ou Raio de Sol. A Terra Indígena Parakanã está sob forte impacto da Usina Hidrelétrica de Belo Monte e de todos os problemas que vieram junto com ela. Os Parakanã vem se organizando social e politicamente para proteger seus territórios, gerir os recursos naturais de suas terras de maneira sustentável e valorizar suas tradições

O artesanato Parakanã

A produção do artesanato Parakanã é uma atividade coletiva, onde os homens colaboram com a coleta da matéria-prima e seu beneficiamento, enquanto as mulheres tramam as fibras de tucum, sementes nativas, linhas de algodão, palhas e cipós que ganham a forma de cestos (Yrynokoa), redes (Iapoa), acessórios como bolsas (Yrynokoa), colares (Xorepevara) e pulseiras (Mapypewara), além de roupas (Wapironga), tipoias (Tapaxa), faixas de cabeça (Akywawa) e vassouras (Ytyapeiwa).
A miçanga é uma matéria prima muito apreciada pelos Parakanã com elas as artesãs tecem seus grafismos tradicionais em forma de pulseiras e colares, adornos que são usados tanto no dia a dia da aldeia quanto nos rituais.

Telas com grafismos

A pintura em tecido é uma inovação criativa indígena a partir de um dos aspectos mais característicos de suas culturas: a pintura corporal. Feita tradicionalmente com jenipapo, carvão, urucum a pintura corporal é um elemento fundamental da identidade indígena, uma materialização no corpo de toda uma cosmologia, uma estética e uma socialidade particular que envolve plantas, animais e outros seres mitológicos. É com a pintura, e na pintura, que a pessoa e sociedade indígena se constroem.

A transposição para tecidos e telas de motivos e padrões gráficos tradicionalmente utilizados no corpo é um caminho que muitos povos estão trilhando para, ao mesmo tempo promover e valorizar suas culturas e gerar renda de forma sustentável, a partir de sua própria tradição criativa.

O vasto repertório de motivos e as infinitas possibilidades de variação e combinação dão origem à peças originais e muito sofisticadas, verdadeiras obras de artes ao mesmo tempo contemporâneas e tradicionais, que são a síntese do encontro de um patrimônio e acervo imaterial - transmitido e construído continuamente ao longo de várias e várias gerações - com a criatividade e a técnica de cada artista.

A Tucum tem o prazer de apresentar toda a força e a beleza das pinturas indígenas!

Observação legal: grafismos tradicionais são considerados propriedade imaterial de direito coletivo do(s) povo(s) a que pertencem. Todos os direitos reservados. A comercialização é feita somente de bens materiais, peças únicas, feitas à mão por artistas destes Povos. É proibida qualquer forma de cópia e reprodução, sujeito o infrator às penalidades previstas em Lei."

Os grafismos e seus usos possuem significado subjetivos, que podem variar de acordo com o contexto em que são aplicados. Nas nossas conversas com as artesãs conseguimos identificar alguns grafismos, por exemplo se ele é a representação de um determinado bicho, porém para saber mais a fundo qual a origem e sua simbologia seria necessário uma extensa pesquisa de campo juntamente com as detentoras desses conhecimentos, estudando a fundo este povo.

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DESCRIÇÃO DO PRODUTO

Tamanho altura x largura: 31cm x 35 cm

Quem são os Parakanã?

Os Parakanã são indígenas falantes de língua tupi-guarani e desde uma cisão interna ocorrida no final do século XIX, dividem-se entre Orientais, habitantes da T.I. Parakanã, na bacia do rio Tocantins e Ocidentais, que vivem na T.I. Apyterewa, na bacia do rio Xingu. Autodenominados Awaeté, que quer dizer em tupi “gente verdadeira”, os Parakanã que habitam o rio Xingu trazem muitos aspectos de uma história de contato relativamente recente com os Toria (não-indígenas ou “brancos”), realizado em meados dos anos 70, em sua organização social.
Cinco aldeias fazem parte da T.I. Apyterewa: Apyterewa, Xingu, Paranopiona, Xahy-Tata e Kwarahya Pya ou Raio de Sol. A Terra Indígena Parakanã está sob forte impacto da Usina Hidrelétrica de Belo Monte e de todos os problemas que vieram junto com ela. Os Parakanã vem se organizando social e politicamente para proteger seus territórios, gerir os recursos naturais de suas terras de maneira sustentável e valorizar suas tradições

O artesanato Parakanã

A produção do artesanato Parakanã é uma atividade coletiva, onde os homens colaboram com a coleta da matéria-prima e seu beneficiamento, enquanto as mulheres tramam as fibras de tucum, sementes nativas, linhas de algodão, palhas e cipós que ganham a forma de cestos (Yrynokoa), redes (Iapoa), acessórios como bolsas (Yrynokoa), colares (Xorepevara) e pulseiras (Mapypewara), além de roupas (Wapironga), tipoias (Tapaxa), faixas de cabeça (Akywawa) e vassouras (Ytyapeiwa).
A miçanga é uma matéria prima muito apreciada pelos Parakanã com elas as artesãs tecem seus grafismos tradicionais em forma de pulseiras e colares, adornos que são usados tanto no dia a dia da aldeia quanto nos rituais.

Telas com grafismos

A pintura em tecido é uma inovação criativa indígena a partir de um dos aspectos mais característicos de suas culturas: a pintura corporal. Feita tradicionalmente com jenipapo, carvão, urucum a pintura corporal é um elemento fundamental da identidade indígena, uma materialização no corpo de toda uma cosmologia, uma estética e uma socialidade particular que envolve plantas, animais e outros seres mitológicos. É com a pintura, e na pintura, que a pessoa e sociedade indígena se constroem.

A transposição para tecidos e telas de motivos e padrões gráficos tradicionalmente utilizados no corpo é um caminho que muitos povos estão trilhando para, ao mesmo tempo promover e valorizar suas culturas e gerar renda de forma sustentável, a partir de sua própria tradição criativa.

O vasto repertório de motivos e as infinitas possibilidades de variação e combinação dão origem à peças originais e muito sofisticadas, verdadeiras obras de artes ao mesmo tempo contemporâneas e tradicionais, que são a síntese do encontro de um patrimônio e acervo imaterial - transmitido e construído continuamente ao longo de várias e várias gerações - com a criatividade e a técnica de cada artista.

A Tucum tem o prazer de apresentar toda a força e a beleza das pinturas indígenas!

Observação legal: grafismos tradicionais são considerados propriedade imaterial de direito coletivo do(s) povo(s) a que pertencem. Todos os direitos reservados. A comercialização é feita somente de bens materiais, peças únicas, feitas à mão por artistas destes Povos. É proibida qualquer forma de cópia e reprodução, sujeito o infrator às penalidades previstas em Lei."

Os grafismos e seus usos possuem significado subjetivos, que podem variar de acordo com o contexto em que são aplicados. Nas nossas conversas com as artesãs conseguimos identificar alguns grafismos, por exemplo se ele é a representação de um determinado bicho, porém para saber mais a fundo qual a origem e sua simbologia seria necessário uma extensa pesquisa de campo juntamente com as detentoras desses conhecimentos, estudando a fundo este povo.

TABELA DE MEDIDAS
Quadro Grafismo Parakanã
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Quadro Grafismo Parakanã
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CONHEÇA A ETNIA QUE PRODUZIU ESTE PRODUTO
Parakanã
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Parakanã

PARAKANÃ

Os Parakanã são falantes falantes da língua tupi-guarani e desde uma cisão interna ocorrida no final do século XIX, dividem-se entre Orientais, habitantes da TI Parakanã, na bacia do rio Tocantins e Ocidentais, que vivem na TI Apyterewa, na bacia do rio Xingu.Autodenominados Awaeté, que quer dizer em tupi “gente verdadeira”, os Parakanã que habitam o rio Xingu trazem muitos aspectos de uma história de contato relativamente recente com os Toria (não-indígenas ou “brancos”), realizado em dado dos anos 70, em sua organização social.

Fonte: Instituto Socioambiental/ISA

SUCESSO
FALHA
AUTONOMIA

AUTONOMIA

Promovemos a autonomia das organizações nas tomadas de decisão.

EQUILIBRÍO FINANCEIRO

EQUILIBRÍO FINANCEIRO

Relações equilibradas e simétricas que valorizam os modos de vida das populações tradicionais e indígenas.

ATIVISMO

ATIVISMO

Usamos nossos canais de comunicação para promover e engajar a sociedade à pauta do movimento indígena do Brasil.

MONITORAMENTO DE IMPACTO

MONITORAMENTO IMPACTO

Acompanhamos os impactos gerados com a venda dos artesanatos nas comunidades e em seus territórios.

TRANSPARÊNCIA

TRANSPARÊNCIA

Existência de espaços democráticos de negociação e diálogos entre as partes e transparência no acesso à informação e nas negociações.

PARCERIA

PARCERIA

Construímos parcerias sólidas e duradouras com as Artesãs e suas comunidades.