Par de potes de cerâmica Suruí

A produção cerâmica Suruí é uma atividade ritual essencialmente feminina, composta de uma sequência muito bem estruturada desde a coleta da matéria prima até o modelagem dos potes e panelas.
A primeira parte do processo é a coleta de argila, etapa que envolve muitos cuidados e um dos principais é o silêncio na hora de deixar o local da fonte de argila para que seu espírito protetor, o caranguejo, não siga as artesãs e se perca deixando a fonte desprotegida e imprópria para o uso. Outro cuidado importante é evitar que a argila tenha contato direto com o chão, colocando sobre folhas ou cascas de palmeiras limpas, protejendo-a de qualquer contaminação ou sujeira. Qualquer descuido nessa etapa pode fazer com que o pote se quebre na hora da queima.

A segunda etapa da atividade é uma de socialização e transmissão de conhecimento que envolve as crianças. É através de brincadeiras, da observação e imitação do adulto que elas vão conhecendo o ritmo cadenciado da sova e a consistência da argila até chegar ao ponto ideal de dar forma. Gestos herdados e repetido, mantendo o ritual e conhecimento vivos.

A queima é a última etapa, momento em que a artesã fica só para concluir suas peças. O fogo é feito no chão e em volta da panela com a casca de determinadas árvores que vai ajudar no acabamento e coloração da peça.

medidas aproximadas: altura 6,5 cm x circunferência 21,0 cm.

R$ 88,00

ou em 2x de R$ 44,00

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Par de potes de cerâmica Suruí
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CONHEÇA A ETNIA QUE PRODUZIU ESTE PRODUTO
Surui
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Os Suruí se autodenominam Paiter, que significa "gente de verdade, nós mesmos". Falam uma língua do grupo Tupi e da família linguística Mondé. Estão localizados na Terra Indígena Sete de Setembro, em uma região fronteiriça, ao norte do município de Cacoal (estado de Rondônia) até o município de Aripuanã (estado do Mato Grosso). Faz parte do cotidiano deste povo uma cultura material riquíssima e de complexidade avançada, com teares e técnicas de cerâmica belíssimas em que as mulheres são as grandes artesãs, produzindo além de biojoias tecelagem, cestaria e a famosa cerâmica escura.

Fonte: Instituto Socioambiental/ISA

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