Colar Tucum e Alumínio 3 voltas | Suruí

As biojoias são um importante instrumento nessa luta, feitas 100% da floresta em pé. Através de sofisticadas técnicas de beneficiamento, estas joias geram renda e contribuem para a manutenção de saberes que se renovam na criação de cada peça. A beleza feminina das guerreiras que as constroem se faz presente durante todo o intenso e minucioso processo: desde a coleta dos brotos e folhas de Tucum para o preparo dos fios, assim como a escolha dos cocos, até a montagem e polimento das peças. Essas são algumas das etapas da produção artesanal das Guerreiras Indígenas de Rondônia que garantem a resistência de colares, brincos, pulseiras e outras biojoias.

COLARES:
Os colares feitos pelas artesãs da Associação das Guerreiras Indígenas de Rondônia (AGIR) são a materialização do valioso conhecimento tradicional das mais de 500 artesãs de diversas etnias do estado. Esses saberes são mais uma mostra da resistência indígena, são a força e beleza de povos que precisam lutar para assegurar seus direitos básicos como acesso à saúde e educação. A criação dessas biojoias começa e termina com a floresta em pé, graças aos saberes de manejo sustentável que envolvem a utilização de matérias primas como os cocos de tucum, tucumã e Inajá entre outras.

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CONHEÇA A ETNIA QUE PRODUZIU ESTE PRODUTO
Surui
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Os Suruí se autodenominam Paiter, que significa "gente de verdade, nós mesmos". Falam uma língua do grupo Tupi e da família linguística Mondé. Estão localizados na Terra Indígena Sete de Setembro, em uma região fronteiriça, ao norte do município de Cacoal (estado de Rondônia) até o município de Aripuanã (estado do Mato Grosso). Faz parte do cotidiano deste povo uma cultura material riquíssima e de complexidade avançada, com teares e técnicas de cerâmica belíssimas em que as mulheres são as grandes artesãs, produzindo além de biojoias tecelagem, cestaria e a famosa cerâmica escura.

Fonte: Instituto Socioambiental/ISA

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EQUILIBRÍO FINANCEIRO

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PARCERIA

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